Tem poemas que começo e não quero terminar
Tem aqueles que penso
Mas palavras não existem para contemplar
Tem ainda os dolorosos
Que fazem o lápis chorar
E no meio da noite
Entre um respirar e um lamentar
As vezes surge uma ideia que faz o lápis dançar

em um estado de perplexidade permanente com aquilo que chamam de amor

em um estado de perplexidade permanente com aquilo que chamam de amor