Sempre que ouço alguma música de Coldplay me surge uma necessidade agonizante de escrever. Mas eu nunca sei o que escrever ou sobre o que escrever — se sobre amor, o tempo ou sobre você ser yellow. O tempo talvez seja só uma invenção nossa mesmo porque a gente sabe que tudo acaba um dia. E é triste pensar que a vida é curta demais quando meu maior desejo é viver a eternidade ao seu lado. Você brilha como nenhuma estrela no mundo. As vezes tudo o que queremos é voltar para casa. Mas não qualquer casa, um lar. Um lar que na maioria das vezes não tivemos. Quando você chegou e se infiltrou nas minhas células da forma mais bonita do mundo eu sabia que meu lar seria você. E hoje eu tenho a certeza que você é, mas acho que você não sabe disso ainda. Tenho medo de um dia você simplesmente decidir ir embora. Não por querer você aqui de forma doentia e sim pela saudade, pelos buracos que aqui vão surgir com sua partida, pela perda de um companheirismo raro de encontrar. Pela perda, principalmente, de um amor e amor no meu vocabulário tem seu nome, sobrenome e endereço, tem o sabor da sua existência. É incrível como a vida se transforma para algo realmente bom com você.

Por favor, meu bem

“Olhe para as estrelas e veja como elas brilham para você”

em um estado de perplexidade permanente com aquilo que chamam de amor

em um estado de perplexidade permanente com aquilo que chamam de amor