Eu lembro até hoje da sensação que foi ter passado no vestibular, a sensação daquele abraço repentino de um encontro a muito ansiado e de te ver sorrir. Foi felicidade. E hoje eu entendo que ela é clandestina, já dizia Clarice. Felicidade tá no detalhe e no milésimo de segundo da existência. Não é nem questão de ser ou de estar. É questão de sentir. E sinto o teu existir aqui no meu coração como as baleias sentem o abraço das águas ao seu redor.
Nas notas musicais do teu nome felicidade é e sempre será.

em um estado de perplexidade permanente com aquilo que chamam de amor